Perguntas ainda sem respostas

Postado por Paulo Cezar Soares | Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2020

A opinião pública continua à espera das seguintes respostas

Quem mandou matar a vereadora Marielle Franco? Seu motorista, Anderson Gomes, também foi atingido pelos tiros e morreu.

A morte do ex-PM do Bope carioca Adriano Magalhães da Nóbrega -apontado como chefe do Escritório do Crime, uma gangue de matadores - na Bahia, foi ou não queima de arquivo?

Quem matou Alcebíades Pares Garcia, o Bid, na madrugada de terça-feira de carnaval?

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Relax em Pernambuco

Postado por Paulo Cezar Soares | Sábado, 22 de Fevereiro de 2020

 

Recebi um convite irrecusável e oportuno para passar os dias de folia em Pernambuco.

Estarei de volta no dia 2 de março.

Bom carnaval

 

 

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O mistério continua

Postado por Paulo Cezar Soares | segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2020

No último sábado, o presidente Jair Bolsonaro esteve no Rio de Janeiro para participar de dois eventos e falou sobre a morte do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega, ocorrida no interior da Bahia, no último dia 9. “ Quem foi responsável pelo morte do capitão Adriano foi a PM da Bahia, do PT”, disse o presidente. Declaração previsível, bem ao seu  estilo.

Continuam as especulações sobre a morte do ex-policial. Com uma folha corrida invejável - condenação por assassinato, chefe de milícia e envolvimento com bicheiros - estava foragido desde janeiro do ano passado.

Além da questão principal, se foi queima de arquivo ou não, há muito a ser investigado, como por exemplo, como o ex-capitão conseguia manter seu estilo de vida na Bahia.

Analisar o episódio com uma visão meramente ideológica e política não ajuda em nada

 

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Silêncio sepulcral

Postado por Paulo Cezar Soares | Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2020

 

 

Os meios de comunicação de massa fizeram - continuam fazendo, na verdade - amplas e boas matérias a respeito da morte do ex-policial Adriano da Nóbrega durante uma operação policial no município de Esplanada, na Bahia.

Ex-capitão do Bope do Rio, Adriano foi condenado em 2005 pela morte de um guardador de carro que denunciou policiais de extorsão, e foi expulso da PM devido  ao  seu envolvimento com os bicheiros. Citado na investigação que apura a prática de rachadinha de salários no gabinete de Flávio Bolsonaro, à época que este era deputado estadual no Rio - a mãe e a ex-mulher de Adriano trabalharam no gabinete do parlamentar - era acusado de chefiar um grupo  de milicianos.

A operação policial na Bahia foi ou não uma queima de arquivo? São muitas  as especulações nesse sentido, e as explicações das autoridades não convencem. Algumas são pueris.

É bem provável que ainda vão surgir fatos novos sobre o episódio. Afinal, o ex-policial era um arquivo vivo. Na última quarta-feira, a Justiça do Rio proibiu a cremação do corpo.

O presidente Bolsonaro e o seu filho Flávio sempre defenderam o ex-capitão como um  exemplo de policial. Mas após a sua morte no interior baiano, o presidente, que tem o hábito de falar todos os dias com os repórteres que ficam num cercadinho esperando sua chegada, e utiliza diariamente as redes sociais, não deu uma palavra sobre o morto, a quem tanto admirava.

O presidente, seu filho Flávio, e também o ministro Moro, não  deram declarações sobre o caso. Adotaram um silêncio sepulcral.

 

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O caso Flordelis (4)

Postado por Paulo Cezar Soares | Domingo, 9 de Fevereiro de 2020

 

Quem matou o pastor Anderson do Carmo? Por quê?

O que teria motivado a pastora, cantora gospel  e deputada federal Flordelis (PSD-RJ)  mudar o seu depoimento à polícia, em relação ao assassinato do seu marido, o também pastor Anderson Carlos, morto a tiros, na sua residência, em Niterói, Região Metropolitana do Rio, em 16 de junho de 2019?

No primeiro depoimento - em 24 de junho do ano passado - Floderlis disse ter encontrado o filho Flávio dos Santos Rodrigues - que confessou  ter matado o padrasto -  somente após o barulho dos tiros ter cessado.

No novo depoimento - ocorrido no último dia  5- em Brasília, numa audiência reservada, pois a pastora tem foro priviliegiado, e o processo está sob segredo de jutiça, Flordelis afirmou que Flávio subia a escada no momento em que o pastor foi baleado na garagem. .A pastora foi arrolada como ttestemunha de defesa e continua  sendo investigada por suposta participação no assassinato do marido.

Falta pouco para este crime completar um ano  sem solução. De vez em quando surge uma novidade qualquer, mas que pouco contribui para esclarecê-lo em definitivo.

 

O que nos reserva 2020?

Postado por Paulo Cezar Soares | Domingo, 2 de Fevereiro de 2020

 

O mês de janeiro foi pródigo de notícias ruins no Brasil e no mundo. Infelizmente! No Rio,  traficantes e milicianos continuam atuantes; o assassinato da vereadora Mariele Franco e do seu motorista Anderson Gomes continua impune; cresce o número de moradores de rua, assim como o de usuáros de crack; crise na Cedae ( no fornecimento da água e no desmonte da empresa, que está sendo preparada - leia-se desmonte -  para ser privatizada)

A polícia carioca é a que mais mata no país. Aumenta a lista de vítimas do que se convencionou chamar bala perdida, verdadeira chaga carioca. No último dia  27, um menino  de 5 anos - Arthur Gonçalves Monteiro, foi baleado na cabeça no Morro São João, no Engenho Novo, Zona Norte  da cidade,  quando jogava bola num campo de futebol. Ele estava na companhia do pai - Paulo Roberto Monteiro, 38 anos - quando de repente começou um tiroteio entre policiais e traficantes, algo comum no cenário carioca. O pai tentou protegê-lo, mas uma bala perdida atravessou sua mão, e acabou atingindo a cabeça do menino, que continua internado no Hospital Getúlio Vargas na Penha, Zona Norte do Rio.

Vive-se um cíiculo vicioso de preconceitos de toda ordem, falta de humanismo e intolerância que as redes sociais ajudam a disseminar. O governo federal, completamente perdido na sua administração, só fala em cortar direitos adquiridos dos trabalhadores e privatizar o que restou da era FHC - o vendilhão da pátria. Pessoas morrem na porta dos hospitais por falta de atendimento. A Justiça é lenta e não cumpre com o seu papel.

Por que nosso país não consegue mudar, progredir socialmente, respeitando a Democracia  e os Direitos Humanos?

Até quando iremos conviver com os mesmos problemas, numa  retrolimentação constante, sem fim?

O que nos reserva 2020? Já pensou nisso, leitor?

 

 

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