Triste! Muito triste! E angustiante!

Postado por Paulo Cezar Soares | segunda-feira, 30 de Abril de 2018

 

Pouco mais de um mês de uma chacina ocorrida no município de Maricá, na Região dos Lagos, no Condomínio Carlos Marighela, onde cinco jovens foram assinados por milicianos.

No último sábado uma outra chacina ocorreu no bairro  de Vila Operária, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Cinco pessoas foram mortas a tiros. De acordo com a PM, homens encapuzados atiraram em direção às vítimas, que estavam num trailler.

O fato em tela demonstra, mais uma vez, a vulnerabilidade da segurança do Estado do Rio de Janeiro, onde a crise econômica sem precedentes, precarizou a infraestrutura da polícia.

A intervenção federal, com o Exército nas ruas, até o momento não mostrou a eficiência esperada. Os índices de violência em todos os campos não param de aumentar.

Triste! Muito triste! E angustiante! 

O POVO QUER SABER

Postado por Paulo Cezar Soares | Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

 

Perguntas ainda sem respostas

Quem, afinal, são os responsáveis pelas setes mortes ocorridas durante uma operação policial com o apoio de militares do Exército, realizada em outubro do ano passado, no Complexo do Salgueiro, no município de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio. Na oportunidade, à noite, havia um baile funk no local. Mas os corpos foram encontrados a três quilômetros do local.

Por que as investigações a respeito do assassinato da vereadora Mariele Franco e seu motorista estão demorando tanto?  Por que o chefe da polícia não dá uma entrevista coletiva para explicar o que tem dificultado o trabalho. Compreende-se que o caso é complexo e que o sigilo é importante. Tudo bem! Nisso a polícia está correta. Mas uma demora  demasiada pode, entre outras coisas, gerar problemas de credibilidade.

A propósito: os critérios que colocam um processo em segredo de justiça deveriam ser reavaliados

A tendência é piorar

Postado por Paulo Cezar Soares | Quarta-feira, 18 de Abril de 2018

 

Leio os jornais, os poucos que ainda resistem,e a quantidade de notícias ruins é avassaladora. Instalou-se após o golpe que defenestrou a presidente Dilma Rousseff uma ditadura sem farda. Ninguém acredita mais em nada e nem em ninguém. Diante do momento que o país vive - quando o golpista e entreguista Temer assumiu o poder o Brasil tinha 12 milhões de desempregados; agora são 13 milhões. Diante disso, como melhorar, por exemplo, a situação do Rio de Janeiro, cuja principal mazela, há várias décadas é a violência urbana?

A intervenção militar é apenas um jogo de interesses tramado nos bastidores do poder, que proporciona para a população uma falsa sensação de segurança. Na verdade, nada mudou. As balas perdidas continuam matando vítimas inocentes, e  traficantes e milicianos desafiam o Poder Público. Um estado degradado, à deriva.

Mas, mesmo diante de um quadro desalentador, há ainda pessoas que, com dignidade e uma coragem dignas de nota, lutam pelo povão, pelo fim da exclusão social e pelas minorias. Denunciam as injustiças e a violência policial, principalmente nas favelas e periferias. Assim agia a vereadora Marielle Franco (Psol), líder popular calada à força, brutalmente assassinada a tiros, em 14 de março último, um crime ainda não desvendado.

E o líder maior, de prestígio internacional, o ex-presidente Lula, vítima do preconceito das elites, foi condenado  sem provas e está preso.

Instalou-se no poder o que de pior existe no cenário político do país, que está no abismo. O povo brasileiro vive num deserto, sem rumo, sem perspectivas. Arrisco-me a dizer que a tendência é piorar. 

Triste! Muito triste!

 

Corregedoria da Seap monitora cadeias

Postado por Paulo Cezar Soares | segunda-feira, 16 de Abril de 2018

 

 Uma equipe da Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap -RJ) monitora 24 horas cinco cadeias, além do Hospital Penitenciário. A fiscalização on-line foi implantada pelo novo corregedor, o delegado federal Fábio Marcelo Andrade, cujo objetivo é o combate à corrupção.

Os alvos  são as Cadeias Públicas José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte do Rio, que ficou conhecida pelos escândalos de mordomias para presos da Lava Jato, e Petrolino Werling de Oliveira, Bangu 8, na Zona Oeste, que hoje abriga o ex-governador Sérgio Cabral, além de Bangu 1 e Bangu 3, dividido entre as unidades Serrano Neves e Gabriel Ferreira Castilho, onde estão os chefões do Comando Vermelho (CV).

Uma das unidades que recebeu atenção especial foi Benfica, construída para atender presos da Lava Jato, como o ex-governador Sérgio Cabral, e o ex-secretário de Gestão dele, Wilson Carlos. Medidas para melhorar a infraestrutura e a segurança foram tomadas, como por exemplo, avaliar as carteiras de visitantes e os processos para visita íntima.

 Depois de quase três meses no presídio de Pinhais, em Curitiba, o ex-governador retornou ao Rio, na última quarta-feira, e foi direto para Bangu 8.

 

 

Duplo assassinato completa um mês

Postado por Paulo Cezar Soares | Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

No próximo sábado - dia 14 - faz um mês do assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, ocorrido no bairro do Estácio, Zona Central da cidade. Estão marcadas várias manifestações em diversos pontos do Rio. O objetivo dos organizadores  é manter a sociedade mobilizada para que o crime não caia no esquecimento.

A Delegacia de Homicídios da Capital - DH -  responsável pela investigação do duplo assassinato, que teve repercussão internacional, desde o início mantém as investigações sob o mais absoluto sigilo.  Uma opção positiva. Evita polêmicas desnecessárias, acusações infundadas e prisões desnecessárias.

preso com um fuzil e um rádio transmissor

Postado por Paulo Cezar Soares | Sábado, 7 de Abril de 2018

PMs do 23º BPM (Leblon) prenderam um homem que portava um fuzil dentro de um táxi e um rádio transmissor, na Avenida Borges de Medeiros, na Lagoa, Zona Sul do Rio. De acordo com a PM,, ele estava a caminho da favela Rocinha, também localizada na Zona Sul, a aproximadamente 6 km do local onde foi detido.Os agentes abordaram o veículo após denúncias. O fuzil estava desmontado e com três carregadores.